quarta-feira, 25 de maio de 2011

Nissin Miojo

O que vou contar aqui, é um pouco do que vivi ontem, um dia antes do meu aniversário. Gente, como todo mundo sabe, sou uma pessoa furadíssima. Minha irmã ia me dar grana pra eu curtir algo, algo simples que fosse, como um cinema 3D, coisa que todos sabem que eu amo. Mas não. No dia anterior, tentei ir a um show do Pato Fu, na praça universitária com uma amiga. Chegando lá, ficamos sabendo que tinha melado. Saindo de lá, fomos a um posto na avenida 84. No balcão havia vários flyers de um show de rock, com várias bandas goianas, lá no Centro Cultural Oscar Niemeyer. Bem, com uma das bandas is ser simplesmente BLACK DRAWING CHALKS, eu inventei de ir. Porque, porra, comemorar niver de 18 anos com essa banda ia ser, simplesmente foda. Bem. Lá vai eu. ( Detalhe: No folheto não havia o horário do show, fui pelos rumores de que o show iria começar ás 18:00.) Fui nesse horário. Uma banda já havia começado a tocar. Muita gente foi chegando. Esse Centro Cultural é muito bonito. Piercings, tatoos, skate, coisa de gente alternativa mesmo. Lembrem-se, não havia levado nada, a não ser, meus documentos, meu iPod, e uma blusa de frio. Lembre-se de mais uma coisa, não bebo, e lá só tinha cerveja e guaraná. Arrazei mesmo assim na água. Quando estava literalmente dentro do complexo, que fui descendo as escadas, o som do grave do baixo, foi fazendo o o jeans da minha calça tremer. Cara, ali estava eu. Sem dinheiro algum, sem ninguém pra bater um papo sequer. Mas mesmo assim. Acabei encontrando uma pessoa que havia conhecido no dia anterior. O Felipe, ou melhor, a Alice, apelido dele. Ele me levava pra todos os lados enquanto umas bandas ruins tocavam. Como sempre, deixam o melhor para o final. BLACK XOXOTAS, como um dos produtores disse e claro, Banda UÓ! Caraaaaaaaalho, foi muito massa! Inventei de dançar o tal do HARDCORE, uma dança louca que todo mundo se esmurra, se empurra, e se joga. Acabei tomando uma cotovelada. Esta até agora doendo. Mas tudo bem. Quando a miha banda preferida foi tocar, o dia já havia virado, então, técnicamente, eles tocaram no meu aniversário. Iluminação muito show, som de ensurdercer. E era somente disso que eu precisava. De exceder meus limites naquele momento. Pulei, gritei, andei demais também. Mas foi a melhor coisa que fiz. Minhas pernas estão podres. Mas valeu cada minuto que fiquei em pé na frente do palco para ver o Victor, do BLACK DRAWING, tocar minha música preferida, MY FAVORITE WAY. Som, luz, guitarra, e meus 18 anos chegaram com um toque refinado rebeldia.

Um comentário:

  1. Comentando aqui só pra mostrar que eu leio sempre seu blog mesmo que você insista em atualizar ele raramente. Estou indo pra Goiânia daqui algumas horas. Se você não estiver tão sem grana quanto demonstra aqui ou tanto quanto eu, rola de pegar um cinema. Ou até mesmo trocar umas idéias no shopping como sempre. Só pra te informar meu aniversário de 20 anos foi tão louco ou mais que o seu, pode perguntar o Kevin, ele estava lá.

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